Hoje li o artigo "Especialista diz que uso excessivo do carro gera comportamento violento", da jornalista e ciclista Natália Garcia.
O que me levou a pensar no problema maior que há no trânsito daqui: Educação.
Em 2010 morei na cidade de Vancouver (Canadá), que nas devidas proporções pode ser comparada a Curitiba. Lá o trânsito é leve e flui na região central. O tráfego é maior nos bairros. Para circular no centro da cidade, a maioria das pessoas usa o SkyTrain e ônibus elétricos (em quantidade suficiente).
Pedestre e ciclista têm prioridade (mesmo com o sinal verde). Em todo o mundo desenvolvido há uma consciência coletiva que não há por aqui. O fator educação e respeito diz tudo.
Resolve-se o problema primeiramente com educação. Que sejam educados também os que executam os projetos – para que tenham respeito com a população e utilizem o dinheiro de forma correta.
Mas, assim como no trânsito, o brasileiro parece ter pressa demais para repensar o cotidiano e esperar resultados (e não confia nos que deveriam apresentar tais resultados). Mudar hábitos leva tempo – exemplo da Coreia do Sul.
O país do futuro às vezes trafega pela contramão.
* Vancouver foi sede das Olimpíadas de Inverno de 2010. Mais um exemplo para o Brasil em tempos de planos para Copa do Mundo e Olimpíadas.
14 de jun. de 2011
10 de jun. de 2011
Um país neutro: Brasil
"Resolução contra Síria pode agravar tensão no Oriente Médio, diz Patriota" e o Brasil se abstém. O país que desde... "sempre!" quer uma cadeira mais confortável no Conselho de Segurança das Nações Unidas mais uma vez prefere não votar.

Pois, este mesmo país, que quer ser ouvido e decidir, não é de tomar partido. E como é da natureza brasileira, que prefere contornar as situações, sugeriria uma outra atitude em relação aos demais países. Uma atitude de país sério e que pode ser, na mesa deste jogo internacional, uma grande cartada: declarar o Brasil um país neutro.
Como disse, atitude de país sério, como: Áustria, Suíça, Finlândia e Suécia. O Brasil, que apesar de ter estado em duas guerras internacionais (apenas uma moderna), sempre teve um perfil pacífico – e muitos problemas internos para resolver. Diante do mundo, esta pátria poderia dizer-se livre de guerra e anti-qualquer coisa que proponha conflito.
Uma campanha pela neutralidade das nações – utopicamente falando –, traria seguidores, mudaria pensamenos, estimularia novas ações. Esta seria uma atitude sincera e convidativa às nações amigas. Aliás, da história citada no início deste artigo Argentina, Chile e Peru também se abstiveram.
E sejamos realistas, há tempos somos neutros... (pra não dizer café-com-leite). Uma das maiores economias do mundo, numa situação tranquila, declarando-se a favor do diálogo, da diplomacia, daria uma bela campanha publicitária promovendo um novo status internacional. Ainda assim exige que se tome partido!
O Brasil vai ensinar ao mundo Cazuza

Pois, este mesmo país, que quer ser ouvido e decidir, não é de tomar partido. E como é da natureza brasileira, que prefere contornar as situações, sugeriria uma outra atitude em relação aos demais países. Uma atitude de país sério e que pode ser, na mesa deste jogo internacional, uma grande cartada: declarar o Brasil um país neutro.
Como disse, atitude de país sério, como: Áustria, Suíça, Finlândia e Suécia. O Brasil, que apesar de ter estado em duas guerras internacionais (apenas uma moderna), sempre teve um perfil pacífico – e muitos problemas internos para resolver. Diante do mundo, esta pátria poderia dizer-se livre de guerra e anti-qualquer coisa que proponha conflito.
Uma campanha pela neutralidade das nações – utopicamente falando –, traria seguidores, mudaria pensamenos, estimularia novas ações. Esta seria uma atitude sincera e convidativa às nações amigas. Aliás, da história citada no início deste artigo Argentina, Chile e Peru também se abstiveram.
E sejamos realistas, há tempos somos neutros... (pra não dizer café-com-leite). Uma das maiores economias do mundo, numa situação tranquila, declarando-se a favor do diálogo, da diplomacia, daria uma bela campanha publicitária promovendo um novo status internacional. Ainda assim exige que se tome partido!
O Brasil vai ensinar ao mundo Cazuza
6 de jun. de 2011
Parque da Pedra do Frade
E se o Morro da Pedra do Frade virasse um parque?
Sim, um parque ambiental ou de qualquer outro nome. Um parque cercado, vigiado e de acesso controlado durante todo o ano. Poderia haver por lá iluminação especial para a Pedra do Frade e um caminho seguro para os turistas. No verão o Parque da Pedra do Frade poderia ter cobrança de ingresso, como fazem na Casa de Anita, e estaria aberto ao público também por algumas horas da noite.


Hoje o local é uma área de acesso completamente livre e sem qualquer fiscalização. O que dá margens ao vandalismo e à destruição – a exemplo das pichações nas pedras.
Em muitos países, lugares assim ganham o status de patrimônio ambiental, são preservados, controlados, e, contribuem para o desenvolvimento. Além desse pensamento, teríamos, ao lado da Serra do Rio do Rastro e Farol de Santa Marta, mais um cartão postal bem tratado no Sul de Santa Catarina.


Fala-se em 9 metros de altura por 5 de diâmetro (sem fonte oficial) apoiados de uma forma um tanto intrigante.
Mais sobre a Pedra do Frade
Numa breve consulta ao Google você encontrará mais dúvidas que respostas. Teorias. Pessoas que acreditam ser obra de civilizações antigas, por exemplo – pouco antes de chegar ao local da Pedra do Frade há outras pedras, menores, que aparentam estar espalhadas com certa organização.
Há também quem diga que pode ter sido este o primeiro marco do Tratado de Tordesilhas, assinado em 7 de junho de 1494, quando Portugal e Espanha "dividiram" o mundo.
Isso tudo supondo uma intervenção humana. Talvez seja apenas natural!
Qual a sua teoria?
Fotos: Anderson Paes
Publicado às 00:20 (-3 GMT) em Tubarão - SC, Brasil
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Sim, um parque ambiental ou de qualquer outro nome. Um parque cercado, vigiado e de acesso controlado durante todo o ano. Poderia haver por lá iluminação especial para a Pedra do Frade e um caminho seguro para os turistas. No verão o Parque da Pedra do Frade poderia ter cobrança de ingresso, como fazem na Casa de Anita, e estaria aberto ao público também por algumas horas da noite.


Hoje o local é uma área de acesso completamente livre e sem qualquer fiscalização. O que dá margens ao vandalismo e à destruição – a exemplo das pichações nas pedras.
Em muitos países, lugares assim ganham o status de patrimônio ambiental, são preservados, controlados, e, contribuem para o desenvolvimento. Além desse pensamento, teríamos, ao lado da Serra do Rio do Rastro e Farol de Santa Marta, mais um cartão postal bem tratado no Sul de Santa Catarina.


Fala-se em 9 metros de altura por 5 de diâmetro (sem fonte oficial) apoiados de uma forma um tanto intrigante.
Mais sobre a Pedra do Frade
Numa breve consulta ao Google você encontrará mais dúvidas que respostas. Teorias. Pessoas que acreditam ser obra de civilizações antigas, por exemplo – pouco antes de chegar ao local da Pedra do Frade há outras pedras, menores, que aparentam estar espalhadas com certa organização.
Há também quem diga que pode ter sido este o primeiro marco do Tratado de Tordesilhas, assinado em 7 de junho de 1494, quando Portugal e Espanha "dividiram" o mundo.
Isso tudo supondo uma intervenção humana. Talvez seja apenas natural!
Qual a sua teoria?
Fotos: Anderson Paes
Publicado às 00:20 (-3 GMT) em Tubarão - SC, Brasil
4 de jun. de 2011
Fim de tarde na praia
O inverno se aproxima e o Sol se põe.
LAGUNA, SC, BRASIL — Fim de tarde na praia. Temperatura: 15°C.



Fotos: Anderson Paes
LAGUNA, SC, BRASIL — Fim de tarde na praia. Temperatura: 15°C.



Fotos: Anderson Paes
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