10 de jun. de 2011

Um país neutro: Brasil

"Resolução contra Síria pode agravar tensão no Oriente Médio, diz Patriota" e o Brasil se abstém. O país que desde... "sempre!" quer uma cadeira mais confortável no Conselho de Segurança das Nações Unidas mais uma vez prefere não votar.



Pois, este mesmo país, que quer ser ouvido e decidir, não é de tomar partido. E como é da natureza brasileira, que prefere contornar as situações, sugeriria uma outra atitude em relação aos demais países. Uma atitude de país sério e que pode ser, na mesa deste jogo internacional, uma grande cartada: declarar o Brasil um país neutro.

Como disse, atitude de país sério, como: Áustria, Suíça, Finlândia e Suécia. O Brasil, que apesar de ter estado em duas guerras internacionais (apenas uma moderna), sempre teve um perfil pacífico – e muitos problemas internos para resolver. Diante do mundo, esta pátria poderia dizer-se livre de guerra e anti-qualquer coisa que proponha conflito.

Uma campanha pela neutralidade das nações – utopicamente falando –, traria seguidores, mudaria pensamenos, estimularia novas ações. Esta seria uma atitude sincera e convidativa às nações amigas. Aliás, da história citada no início deste artigo Argentina, Chile e Peru também se abstiveram.

E sejamos realistas, há tempos somos neutros... (pra não dizer café-com-leite). Uma das maiores economias do mundo, numa situação tranquila, declarando-se a favor do diálogo, da diplomacia, daria uma bela campanha publicitária promovendo um novo status internacional. Ainda assim exige que se tome partido!

O Brasil vai ensinar ao mundo Cazuza

0 comentários:

Postar um comentário