O Irã se viu cercado de gente que finge não querer uma intervenção militar ou invasão, quando na verdade muitos pedem por isso.
A China, até então grande aliado da Coreia do Norte, cogita a união da península coreana com ventos que sopram do Sul.
Do Brasil falam de um jogo duplo, de um jeitinho diante do terrorismo para não prejudicar a imagem do país – eis o interesse nacional? Até de uma "paranoia" que envolve Amazônia e ONGs.
Mas o caso todo vai além da diplomacia e da "fofoca internacional", como alguns já dizem que se tornou.
O responsável pelo Wikileaks, Julian Assange, é agora procurado pela Interpol por um suposto crime cometido na Suécia. O site tem sido atacado constantemente e ora até fica offline. Há até quem peça o assassinato de Assange.
No fim parece que estão a escrever o roteiro de um filme, ironicamente americano, com toques de "Inimigo do Estado" (1998). Com tantos segredos por vazar, todos são capazes de tudo – o que também pode vir à luz futuramente. Como alguém disse certa vez: segredo entre três, só com os outros dois mortos.
"Não consideres que valha a pena proceder
escondendo evidências, pois as evidências
inevitavelmente virão à luz"
escondendo evidências, pois as evidências
inevitavelmente virão à luz"
Bertrand Russell
Das revelações do Wikileaks até hoje, uma das que mais chamaram a atenção foi o vídeo, a seguir, onde jornalistas são assassinados por militares na guerra do Iraque:
Parte 1
Parte 2




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