16 de mai. de 2011

Janelas da moda

Além da simples exposição de um produto é preciso atrair a curiosidade do público e convidá-lo a entrar na loja.



A pedido da vitrinista Monike Demikoski, comecei a clicar algumas obras pelos países por onde passei. E as que vi em Londres me chamaram a atenção. O objetivo do pedido nunca foram as roupas, mas sim a decoração da vitrine. Em especial as vitrines conceituais, além do cotidiano do comércio.

A começar por Londres, usam-se livros, ferramentas, lápis, fitas de gravação e até cavalos recortados em algum material sintético como EVC. O primeiro passo, atrair os que passam na rua, pude testemunhar na capital inglesa – e também fui parado.

Para a designer de moda Mimi Grumichè "a maioria das pessoas precisa ver alguma coisa mastigada e combinada, a vitrine comercial é focada nesse publico, geralmente feita para mostrar certas peças da loja referente a alguma fase do ano, ou data comemorativa". Mas, segundo ela, quem "atrai olhares é a vitrine conceitual, que geralmente traz sensações, vontades escondidas e captamos a essência da marca e o conceito que ela que nos passar naquele momento".

As vitrines conceituais retratadas em Londres








Fotos: Anderson Paes / Agosto 2010

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